Num dado momento nos vemos perdidos à tantas opções para definirmos como carreira.
Comigo, obviamente não seria diferente. Não falo de dom e nem do que gostariam que fizéssemos.
Tenho um exemplo que, certamente não acontece apenas comigo. Minha tia sonha em me ver apresentando o Jornal Nacional, mas eu não. E isso é o importante.
Não pense que você é pior do que alguém só porque precisa de uma "mãozinha" para começar ou elaborar um projeto.
Vale pra mim o fato da identificação com a coisa em si. Passei por diversas aulas práticas, fotografia, produção de textos, edição para impresso e tv, rádio. Mas o que me fez apaixonar foi dirigir o meu primeiro documentário.
Me doei de corpo e alma, o máximo que pude. E obtive um bom resultadeo.
Por isso não tenha medo se esse tesão ainda não bateu à sua porta, temos uma longa jornada pela frente.
Um comentário:
as coisas sempre chegam e se não chegaram vamos como as estaçõe snos mudando
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